CONGESTIONAMENTOS GERAM TRANSTORNOS NA CONDE ZEPPELIN

Uma das principais vias de acesso à zona industrial, a avenida Conde Zeppelin enfrenta problemas de saturação do tráfego de veículos e causa transtornos a motoristas que por ela passam no horário de pico. O gargalo, conforme condutores ouvidos ontem à tarde pela reportagem, tem como causa o afunilamento da pista que até determinado trecho é duplicada, passando a partir de então a seguir mão única de direção. Os carros têm de passar ainda pela rotatória que dá acesso à rodovia Castelinho para seguir com destino ao centro da cidade e para respeitar a sinalização dão preferência àqueles que vêm de outro sentido. “Isso aqui é muito mal dimensionado. Não é de hoje que reclamamos, mas ninguém atende aos nossos pedidos”, disse o operador de máquinas Nivaldo Oliveira.

A avenida é quase que totalmente utilizada por trabalhadores das indústrias instaladas ao longo de sua extensão. “Hoje ainda está calmo. Tem dia que para cobrir um trecho de dois quilômetros, a gente leva quase quarenta minutos. É uma vergonha, mas o município não faz nada”, emendou a secretária Mariana Lopes. O engarrafamento tem hora para começar: a partir das 17h, com a saída dos funcionários das fábricas, o volume de automóveis ocupa gradativamente a pista. Em menos de quinze minutos, conforme apurou ontem o Cruzeiro do Sul, o trânsito fica parado. O jeito, então, é ter paciência.

“Esse problema, segundo soubemos, já foi levado pelo Ciesp ao conhecimento da Prefeitura. Faz tempo que ouvimos promessas, discussões, mas de prático mesmo, solução nenhuma foi tomada até agora. É um horror. Quem tem horário certo para chegar em casa, pode esquecer. O atraso aqui é rotina”, acrescentou o administrador Cristiano Gomes. Outro entrevistado, Job Nascimento, lembrou que o assunto já foi abordado pelo jornal. “Eu li, há alguns anos, matéria sobre esse inferno que vivemos aqui. Para você ver que o assunto e o descaso das autoridades são antigos. Fizeram esse anel do Sorocaba Total, mas esqueceram, ou não quiseram concluir as obras nessa região”, comentou.

O outro lado

Em nota, a Urbes informou que a solução do problema é de competência do governo estadual. A empresa, conforme texto encaminhado pela assessoria de imprensa, “tem ciência das dificuldades de circulação que ocorrem no local tendo em vista os gargalos que surgem pela redução de faixas de rolamento, os quais são acentuados nos chamados “horários de pico”. ”No entanto, a circunscrição do trecho com duplo sentido de circulação é estadual entregue à concessão, o que impede o Município de intervir na via”. Mesmo assim, dentro de sua área de atuação, como órgão executivo de trânsito, além de dotar a via de sinalização, e mantê-la em bom estado de conservação, a Urbes pediu e pede à concessionária responsável estudos para promover melhorias na infraestrutura viária. Não existe, porém, prazo estipulado para a conclusão das análises, já que o problema decorre da necessidade de melhorias na infraestrutura da via no trecho não duplicado, que é avaliado pela concessionária. Até por isso, o envio de técnicos à região para estudar o impasse não é possível, de acordo com a nota da Urbes.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

10 de outubro de 2014 por admin

 

CONGESTIONAMENTO SURPREENDE FORA DAS HORAS DE PICO

“De repente, você se vê parado em qualquer horário, pode ser às 9h ou às 15h. Sorocaba também tem congestionamento fora da hora de pico”, declara o taxista Deodato Santos Genésio, 60 anos. Tal afirmação foi confirmada pela reportagem do Cruzeiro do Sul, que percorreu as principais ruas do centro de Sorocaba durante as tardes de três dias: da quarta-feira, 3 de outubro, até a sexta-feira, dia de pagamento. Durante esses três dias, deparou-se com alguns pontos de lentidão e até mesmo de trânsito parado. O local mais crítico foi o quarteirão da rua da Penha, entre as ruas Miranda de Azevedo e a Padre Luiz.

A lentidão não é constante fora do horário de pico mas, a qualquer momento, pode acontecer de o movimento de veículos se intensificar e, consequentemente, o motorista ter de permanecer parado por alguns minutos até que o tráfego volte a fluir normalmente. Fora dos horários de pico, o trânsito livre, a lentidão e o congestionamento intercalam-se, o que pode fazer com que o motorista percorra um mesmo quarteirão em alguns segundos ou em até cinco minutos. Já nos horários de pico, o trânsito para.

A Urbes não respondeu em quais datas e com qual periodicidade o trânsito fica mais intenso na região central. Informou que, por enquanto, não dispõe de tecnologia para avaliar a quantidade total de veículos que diariamente circula nas principais vias do centro. Os horários de pico de trânsito no centro de Sorocaba, segundo o taxista Walter Toledo Piza Júnior, 53 anos, ocorrem principalmente das 7h30 às 8h30 e das 18h às 18h30.

Aos sábados, do início da manhã até as 13h. Motoristas, taxistas e pedestres consultados pela reportagem dizem que os congestionamentos e lentidões ocorrem principalmente aos sábados, nos dias de pagamento de salários, além das sextas-feiras e vésperas de feriados. “Já gastei 30 minutos para percorrer três quarteirões, da rua Souza Pereira até o ponto (do táxi) em um sábado”, disse o taxista Walter Piza Júnior, que tem ponto na rua Dr. Álvaro Soares, em frente à rua Barão do Rio Branco.

O supervisor de vendas, Adriano Aparecido Castelli, 29 anos, diz que a pior situação ocorre aos sábados próximos às datas de pagamento, como ocorreu na sexta-feira, 5 de outubro, o quinto dia útil do mês. Castelli afirma já ter gasto dez minutos por quarteirão em uma dessas ocasiões, “porque trava tudo”, define. O promotor de vendas Henrique Nunes, 22 anos, declara que trafega com seu veículo da Vila Santana até o Centro em cerca de 20 minutos, mas aos sábados o tempo gasto aumenta para 35 minutos, ou seja quase 80% a mais.

Os pedestres também queixam-se das dificuldades para se locomoverem. Andrezza Correa, 30 anos, afirma que os carros não respeitam as faixas de pedestres e quase atropelam os transeuntes. A vendedora Cláudia Rosa, 31 anos, diz que em dezembro uma idosa foi atropelada ao atravessar a rua, quebrou a perna e faleceu porque não resistiu à terceira cirurgia em decorrência do acidente.

A Urbes alega que, com o acréscimo de quase cem novos veículos por dia, o sistema viário precisaria ter a expansão de quase três quilômetros por semana, ou seja, a implantação semanal de uma avenida Barão de Tatuí. “No ritmo atual, qualquer novo sistema viário entregue à circulação em pouco tempo está saturado. Sorocaba é uma cidade antiga, a qual se tornou um importante polo regional de desenvolvimento”, avalia. Dado ao quadro apresentado, a Urbes recomenda à população que compartilhe o automóvel, utilize o transporte coletivo, opte por fazer trajetos caminhando ao invés de usar veículos e para distâncias de até cinco quilômetros recomenda as bicicletas. Entende que a possibilidade de alguma melhora vai depender da adesão da população.

Para contribuir com a atual situação do trânsito, a Urbes divulga que a Prefeitura tem investido na abertura de novas vias e na melhora do transporte coletivo (priorizando-o no caso da implantação das faixas exclusivas para a circulação de tais veículos), e que também construiu ciclovias/ciclofaixas bem como disponibilizou as bicicletas públicas. Outras ações foram a implantação do Centro de Controle Operacional de Trânsito (CCO) com o monitoramento das principais vias, a implantação de redes semafóricas sincronizadas, a contratação dos agentes de trânsito civis visando a maior fluidez, agilidade e segurança para os usuários no trânsito da cidade.

Fonte: Cruzeiro do Sul

15 de outubro de 2012 por antena1

 

APRENDA A FUGIR DOS CONGESTIONAMENTOS EM SOROCABA

O motorista que trafega todos os dias pelas ruas de Sorocaba já está calejado e  sabe  quais são os principais pontos que devem ser evitados. A grande quantidade de novos carros que entra em circulação  – a frota de veículos é de 370 mil, de acordo com a Urbes – Trânsito e Transporte – é a principal causa desse problema. Em um ano, o crescimento de veículos nas ruas do município foi de 7,69%.

O  presidente da Urbes, Renato Gianolla, garante que o problema viário será resolvido até o fim deste ano com a finalização das obras do projeto Sorocaba Total, cujo objetivo  é disponibilizar mais vias em torno do município e, assim,  deixar o trânsito  livre.

Enquanto a solução não vem, os motoristas reclamam. Na opinião do taxista José Carlos Bueno da Silva, 53 anos, está impossível fugir dos congestionamentos e a falta de infraestrutura das vias é  a principal vilã. “A avenida Fernando Stecca é um exemplo. Começa com três faixas e, na altura do restaurante Espeto de Ouro, a via se estreita”, comenta. “Em Sorocaba, o governo deveria construir mais viadutos e pontes. Assim, ficaria mais fácil para atravessar a cidade.”
Nos horários de pico – que correspondem as entradas e saídas de estudantes na escola e de trabalhadores no serviço – a situação fica ainda pior.

A avenida General Osório, um dos principais acessos aos bairros da zona oeste e norte, fica totalmente parada ao meio-dia. É nesse horário que os alunos da manhã estão deixando a escola, enquanto os da tarde preparam-se para mais um dia de aula.
Na avenida, os motoristas param em fila dupla e causam lentidão no trânsito e congestionamento.

Outro ponto crítico é a avenida Dom Aguirre, próximo à Praça Lions, por onde a engenheira química Silvia Rossilho, 38, é obrigada a passar todos os dias. “É horrível. Tenho de encarar o engarrafamento todos os dias”, afirma. “O trânsito de Sorocaba está igual ao de São Paulo”, compara.

E ela tem razão, segundo o economista Fábio Bastos, 45. “Sou de Campinas e parece que em qualquer lugar o trânsito é igual”, diz. “As autoridades precisam pensar em  alternativas para desafogar as vias.”
Já o técnico de segurança Nelson Soares, 51, reclama das  avenidas Afonso Vergueiro e Itavuvu. “São as piores de encarar na hora do rush”, diz.

Sorocaba é uma cidade antiga com crescimento limitado

Sorocaba é uma cidade antiga, com crescimento limitado pela linha férrea e pelo Rio Sorocaba. Por isso, a Urbes considera natural que a área central e o primeiro anel viário formado pelas avenidas Afonso Vergueiro, Juscelino Kubistchek, Dom Aguirre, Eugênio Salerno e Moreira César apresentem pontos de lentidão. Os bairros adensados e polos geradores sofrem com o excesso de veículos em situações pontuais, como quando há engarrafamento no Centro.

Estresse no trânsito faz mal à saúde, diz especialista

Especialista em trânsito, o psicólogo Dennis Pereira dos Santos explica que a pessoa que se estressa nos congestionamentos tende a ser assim no dia a dia. “Enquanto está dentro do carro sozinho deve refletir e cuidar da saúde mental”, orienta. “O desejo de imediatismo é o que causa o caos no trânsito. Deve-se buscar outras alternativas como bicicleta ou andar a pé. Somente assim poderemos ampliar o campo de nossa visão”, finaliza.

Rotas alternativas serão criadas pelo ‘Sorocaba Total’

A promessa do programa Sorocaba Total é beneficiar a fluidez do trânsito retirando os veículos de passeio da área central. “O objetivo é desviar os veículos particulares para as vias alternativas de acesso mais rápidas e deixar os corredores mais tradicionais para os ônibus”, explica Renato Gianolla. Os veículos do transporte coletivo também vão se utilizar do novo sistema viário, pois algumas dessas vias, inclusive, terão corredores exclusivos.

Trechos já liberados
Já podem ser acessadas as avenidas Camilo Júlio, Alameda do Horto, Pérsio de Souza Queiroz,  Mário Covas,  Fernando Stecca, Tadao Yoshida, Ulisses Guimarães,  Edward Fru-Fru Marciano da Silva,  Genésio Rodrigues e  João Ribeiro de Barros.

Finalização
O projeto que promete desafogar o trânsito sorocabano deve ficar pronto até o fim deste ano.

Três complexos viários
São 22 quilômetros de vias em três complexos:  “Franco Montoro” (da Castelinho até avenida General Osório), “Mário Covas” (do aeroporto até avenida General Carneiro), e “Ulysses Guimarães” (da  Castelinho até avenida  Ipanema).

Fonte: Bom Dia Sorocaba

29 de março de 2012 por antena1

 

O DIA EM QUE SOROCABA PAROU NO CONGESTIONAMENTO

Caos. Essa era a palavra utilizada pela maioria dos motoristas sorocabanos para definirem a situação do trânsito da cidade na tarde desta segunda-feira (10). Por volta das 16h30, uma interminável fila de carros se formou em um dos principais corredores que cortam a região central, começando na rua Moreira César, passando pela Césario Mota, São Bento, Xv de Novembro e se estendendo pela avenida São Paulo. Veículos chegaram demorar quatro vezes mais do que em dias comuns para percorrer os mesmos trechos.

Na rua Professor Toledo, a espera dos veículos para acessar a rua São Bento e Santa Clara passava dos 20 minutos. “Não sei o que está acontecendo, está tudo parado”, espantou-se a dona de casa Terezinha Silvestre, presa dentro do veículo há mais de meia hora nesse trajeto, desde a avenida Afonso Vergueiro, que assim como Eugênio Salerno, Juscelino Kubitschek e entorno, também estava com o trânsito complicado.

De todos os cantos da cidade, a direção do tráfego seguia no mesmo sentido: o centro de Sorocaba. Assim, era possível registrar pontos de engarrafamento nas avenidas General Carneiro, Barão de Tatuí, Comendador Oeterer, General Osório entre outras, em um emaranhado de carros, motos, ônibus e pessoas. 

O propagandista Róbson Silva, 26, era outro motorista que estava perplexo com o congestionamento enfrentado.“Eu trabalho o dia inteiro com o meu veículo  e nunca vi tanto trânsito. Faz mais de 30 minutos que estou tentando sair do centro”, disse. Parado em frente ao Mosteiro de São Bento, ele afirmou que tentou procurar vias alternativas, mas não encontrou solução. “Sai da Juscelino Kubitschek, pensei em descer a Miranda Azevedo mas também está travada”, disse.

Ao mesmo tempo/Para a URBES – Trânsito e Transporte, empresa responsável pela fiscalização das vias de Sorocaba, um conjunto de fatores poderia ser a explicação para o cenário caótico do trânsito da cidade na tarde de ontem, já  que o congestionamento atípico não foi resultado de nenhuma ação específica do órgão, como fechamento de ruas ou bloqueios de acessos.

A empresa destacou como possíveis motivos para tantos veículo nas ruas a época de pagamento, a greve dos bancos, o clima chuvoso, além de ser véspera de feriado e Dia das Crianças.

Quem teve a mesma opinião sobre a situação foi a publicitária Camila Medeiros, 27 anos, que tentava sair da Rua São Bento. “Acredito que a chegada do Dia das Crianças é um fator que leva muitas pessoas ao comércio, além de ser época de pagamento e os bancos estarem em greve”, destacou. “Tudo contribui para esse trânsito”, disse ela, citando também o grande movimento de pessoas em filas de casas lotéricas e caixas eletrônicos.

Camila previa que ficaria presa no tráfego por, no mínimo, 30 minutos, até conseguir chegar ao seu destino, na rua Álvaro Soares. “Estou atrasada, mas pelo visto vou demorar muito ainda para chegar ao trabalho”, lamentava, enquanto esperava pela terceira vez o semáforo fechar sem conseguir avançar com o carro.

324 mil
veículos é o tamanho da frota de Sorocaba

1,8
é o número de habitantes por carro na cidade

7%
é o crescimento anual da frota de veículos em Sorocaba

15%
é a frota flutuante de Sorocaba, ou seja,  veículos de outras localidades que utilizam as vias do município

Venda de automóveis facilitada favorece ampliação da frota nacional

O crescimento da frota de veículos no Brasil tem como um dos fatores principais a facilidade de crédito para os consumidores comparem carros zero quilômetro. Atualmente, existe no mercado a possibilidade de financiamento de automóveis em até 80 meses.

Fonte: Jornal Bom Dia Sorocaba

11 de outubro de 2011 por antena1

 

MOTORISTAS ELEGEM QUATRO PONTOS CRÍTICOS

As avenidas Armando Pannunzio, Afonso Vergueiro, Dom Aguirre e a rua da Penha foram destacadas como os principais pontos críticos de congestionamentos na cidade por motoristas sorocabanos. A questão veio à tona depois de um caminhão-betoneira ter causado a interdição de um dos pontos mais movimentados da cidade, depois de ter ficado preso no pontilhão da linha férrea, na região da praça da Bandeira, na última terça-feira. Isso fez com que em grande parte das vias da cidade formassem grandes filas de veículos. Os motoristas esperam que intervenções sejam feitas nos locais citados, para que haja uma melhoria no trânsito do município.

Ao informar que está constantemente tendo que dirigir pelas vias de Sorocaba, Lucimeire Cassiaro, de 33 anos, logo lembrou que um dos pontos que apresenta um maior congestionamento é a avenida Armando Pannunzio. Ela diz que, por contar com uma faculdade na via, o trânsito sempre apresenta lentidão naquele trecho. Mas outro local da cidade citado por Lucimeire levantou ainda mais críticas: a avenida General Carneiro, na região da praça 9 de Julho. “Eu sempre levo meu filho na Casa das Mães e das Crianças, e para atravessar ali é um caos”, revela. “Há alguns fiscais que ficam lá, mas nunca ajudam. Eu sempre perco muito tempo ali”, completa.

Para o inspetor de qualidade Alexandre da Silva, 39, o pior lugar para se trafegar em Sorocaba é a rua da Penha. “Isso é indiscutível”, acrescenta, dizendo ainda que sempre passa pela via, para poder fazer compras no Centro. “É pior ainda aos sábados, por volta das 11h, 12h, pois é quando as lojas estão fechando”, ressalta. A mesma opinião tem o vendedor Leandro Henrique de Camargo, de 29 anos. Ele afirma que esse trecho é “caótico”. “Aqui não tem condições o trânsito”, opina. As grandes filas de carros formadas em horários de pico na área central são o que a designer de interiores Juliana Bornea, 28, destacou como o principal problema na cidade.

A questão de haver muitos carros nas ruas e avenidas, fazendo com que o trânsito fique cada vez mais movimentado, foi a explicação dada pelo balconista Paulo Roberto Júnior, 23, para justificar o “caos” nas vias da cidade. “Mas o local com mais congestionamentos certamente é a Marginal”, afirma. A avenida Dom Aguirre, que é um dos principais corredores viários de Sorocaba, também foi apontada pela pedagoga Adriana Sapiras, como um dos locais mais propensos à lentidão de veículos. “Esse trânsito está difícil, mas estou acostumando. Tem que ser feita alguma coisa”, opina Adriana, que se mudou recentemente para a cidade.

Taxistas reclamam

Por conta da função que exercem, os taxistas podem ser os que mais conhecem os pontos críticos do trânsito sorocabano. Sidney Ferreira Pinto, 54, que dirige táxi há 10 anos, aponta toda a área central como o pior fluxo de veículos da cidade. “No cruzamento da rua Miranda Azevedo com a Penha é incrível; tanto faz o horário, sempre há bastante trânsito”, explica. O seu colega de profissão Márcio Roberto Galli Filho, 30, também não poupa críticas quando o assunto é dirigir no Centro. “Hoje está difícil de encontrar uma rua boa para trafegar”, enfatiza.

O que os dois defendem é que haja algum plano da Urbes – Trânsito e Transportes, para que proíba o estacionamento em via pública na rua da Penha, fazendo com que os carros tenham duas faixas para passar. “A melhor solução é proibir o estacionamento em ruas estreitas”, opina Ferreira Pinto. O taxista Luiz Maro de Lima, 35, também defende essa opinião: “Já existem muitos estacionamentos por aqui, então precisaria tirar os carros estacionados na rua.”

Além do problema na rua da Penha, o taxista Ferreira Pinto reclama de vias que contam com escolas em sua extensão. Ele diz que os pais sempre param o carro no meio da rua para pegar seus filhos, complicando o trânsito nos locais. “E nunca tem nenhum amarelinho para fiscalizar”, critica.

Fonte: Cruzeiro do Sul

19 de maio de 2011 por antena1

 

 

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